Frases

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“Moedas de cinco centavos não caem do céu, são ganhas aqui na terra”. Margaret Thatcher, Primeira Ministra Britânica.
“A polícia federal tem de fazer seu trabalho, é respeitada, mas não precisa realizar shows pirotécnicos, como na empresa Daslu”. Roberto Busato, da OAB nacional, criticando ação, , proprietária das lojas Daslu em São Paulo.
“Não lançaremos taxas ou tributos sem o consentimento do conselho geral do reino, a não ser para resgate da nossa pessoa, para armar cavaleiro nosso filho mais velho e para celebrar, mas uma única vez, o casamento da nossa filha mais velha; e esses tri”. Este compromisso foi firmado há quase 800 anos pe, É um dos principais pontos da Carta Magna de 1215 (o primeiro documen.
“Você pode enganar muitas pessoas por algum tempo, algumas pessoas por muito tempo, mas ninguém engana todas as pessoas por todo o tempo”. Winston Churchill, Primeiro Ministro Inglês, que se consagrou na luta contra o Nazismo.
“Enquanto pagamos caro por nossos produtos com ICMS, o consumidor estrangeiro compra barato sem este imposto, graças à Lei Kandir. E o governo federal tira dos impostos, que pagamos para ter estradas, saúde, saneamento etc., o valor correspondente para”. Fortunato dos Santos Oliveira, Advogado emSantiago (RS), leitor do Jornal Zero Hora.
“Para cada 1% a mais do Produto Interno Bruto (PIB) destinado ao setor público o impacto é de 0,23% menos crescimento econômico”. Åsa Hansson, Economista da Universidade de Lund na sua tese de Doutorado “Limits.
“Certos setores da sociedade já estão chegando ao nível da insurreição e o governo parece não estar disposto a alterar essa maluquice tributária que foi criada em nosso País”. Yoshiaki Nagano, Diretor da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas de São Pa.
“Mais que na truculência das armas, é na voracidade fiscal que melhor se revela a índole autoritária de um governo”. Roberto Busato, da OAB nacional, criticando ação conjunta da PF, Receita Federal e M.
“Impostos altos destroem a economia e tornam as transações comerciais virtualmente impossíveis. Por isso toda a economia e o padrão de vida das pessoas é beneficiado com impostos baixos”. Bjorn Tarras-Wahlberg, Secretário Geral das Associações de Contribuintes no Mundo - WTA, S.
“Temos registrado superávits primários, mas estes são produzidos com carga tributária recorde e despesas ascendentes. O governo brasileiro não consegue investir. Esta situação é difícil e impede que o Brasil consiga patamares de rating melhores”. Ana Cristina Gonçalves da Costa, Economista chefe da Bradesco Asset Management (BRAM) comentando sobre.
“Diante da frustração e da angústia de viver num país atolado historicamente em escândalos gerados por homens públicos, sinto vergonha de ser honesto, culpado por suprir com impostos os cofres da corrupção”. José Valdoir Vargas, de Canoas, leitor do Jornal Correio do Povo.
“Precisamos urgentemente que o brasileiro tome consciência de quanto paga [de impostos] e do quase nada que recebe como retorno em serviços públicos”. Guilherme Afif Domingos, Presidente da Associação Comercial de São Paulo.
“Não existe liberdade de nenhum tipo se não houver liberdade econômica”. Margareth Thatcher, Primeira Ministra britânica.
“Já era hora de termos direitos e não apenas obrigações”. Antônio Edmundo Pacheco, Presidente da Federação do Comércio de SC (Fecomércio), sobre o C.
“O projeto que prevê a instituição do Código de Defesa do Contribuinte se reveste de cidadania em proporções não vistas desde o Código de Defesa do Consumidor e do Estatuto da Criança e do Adolescente, ambos em vigor desde 1990”. Rafael Peixoto Abal, advogado tributarista em Florianópolis (SC), mestrando em Direito pel.
“A desobediência civil ocorre hoje através da sonegação. Essa passou de crime a ato patriótico, que salva a pátria e reduz o desemprego”. Diego Casagrande, Jornalista Gaúcho, em artigo publicado no seu site de notícias.
“A história contará sobre nossas ações e não sobre nossas boas intenções”. Henry Kissinger, Estadista e secretário de estado americano.
“Já saímos de uma ditadura militar, agora precisamos sair de uma ditadura muito pior: A DITADURA ECONÔMICA DOS IMPOSTOS”. Paulo Jaber, leitor do site do IEDC.
“O poder de tributar não pode chegar à desmedida do poder de destruir”. John Marshall, Chief of Justice, no julgamento em 1819 do célebre caso McCulloch v..
“Nos EUA, o progresso foi construído a partir do autofinanciamento das empresas. Já no Brasil, a carga tributária, elevada e mal estruturada, come uma parcela muito grande da capacidade de geração interna de lucros das empresas”. Júlio Gomes de Almeida, Diretor-executivo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Indus.
“O contribuinte brasileiro paga cerca de 61 tributos, entre impostos, taxas e contribuições - 20% diretamente do seu salário, tributos no consumo e ainda uma carga tributária sobre seu patrimônio”. Gilberto Luiz do Amaral, Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.
“O comércio enfrenta uma carga tributária muito elevada. Somados, os impostos chegam a representar em alguns produtos mais de 40% do preço que o consumidor paga”. Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial de São Paulo.
“A carga tributária no Brasil impede a produção de bens e serviços para a infra-estrutura no nível necessário para a geração de empregos e riquezas para o Brasil”. José Augusto Marques, presidente da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias.
“A taxação no Brasil tem alcançado valores expressivos, notadamente, na entrada de máquinas e equipamentos - um setor que vem prejudicando o crescimento do país. Enquanto no Brasil há cobrança em torno de 50%, em outros países emergentes, esse perc”. Roberto Segatto, presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior.
“A complexidade da legislação e o excesso da carga tributária são os vilões que inibem a geração de postos de trabalho pelas empresas”. Mario Ernesto Humberg, presidente do Pensamento Nacional das Bases Empresariais (PNBE).
“Os recursos da indústria são devorados por três dragões: o sistema financeiro, com os juros; os oligopólios de fornecedores de matérias-primas, com preços dolarizados; e o governo, com aumentos sistemáticos e descabidos de impostos”. Paulo Butori, Presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Autopeças.
“Carga tributária significa menos dinheiro para a sociedade e menos geração de emprego. Redução da carga tributária significa mais emprego e crescimento econômico. O Brasil precisa aprender essa lição”. José Khfouri, Presidente do Sindicato das Pequenas e Médias Indústrias.
“Brinquedos têm uma carga tributária total de 42% e não vemos nenhuma possibilidade de o governo mudar isso”. Sinésio Batista, Presidente da ABRINQ.
“O Brasil está muito longe dos ‘primeiros colocados’ com relação a carga tributária, juros e acesso a crédito”. Mário Bernardini, Diretor da FIESP.
“O brasileiro é um escravo do Fisco: trabalha quatro meses e meio do ano só para pagar tributos. E mais dois meses para pagar os serviços que o governo deveria lhe dar, como Saúde, Educação, Previdência e Segurança”. Gilberto Luiz do Amaral, Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.
“A carga tributária é um sócio que temos. Nós exportamos impostos, o que dificulta a competitividade. Estamos afogados com tantos impostos”. Ruy de Salles Cunha, Presidente da Associação da Indústria de Eletroeletrônicos.
“Reclamamos uma reforma tributária com o objetivo de eliminar os tributos que indiretamente travam o produto exportado e fazer com que o produto manufaturado brasileiro tenha maior competitividade no mercado externo”. José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil.
“A carga tributária brasileira é um absurdo: 36% do PIB e, se computarmos o que a sociedade paga em Saúde, Educação, Previdência e Segurança, a carga está perto de 40% do PIB”. Paulo Skaf, Presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil.
“O governo não tem apresentado políticas consistentes com relação ao Imposto de Renda e tem se mostrado pouco sensível a uma política tributária eficaz que amplie a base de trabalho do brasileiro e o próprio crescimento econômico”. Antônio Carlos Rodrigues do Amaral, Tributarista.
“Do ponto de vista tributário, o governo pretende que cada vez mais aqueles que atendem o setor doméstico financiem o setor exportador. Exportar, sem dúvida, é o que importa, mas não podemos fechar os postos de trabalho dos brasileiros que atuam nos s”. Antônio Carlos Rodrigues do Amaral, Tributarista.
“É quase impossível fazer nesse país algum planejamento em função da dificuldade de se pensar a longo prazo. Todos os anos temos mudanças na legislação e ficamos diante de um emaranhado legislativo, que torna difícil o entendimento do nosso sistem”. Gabriel Jorge Ferreira, Presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras.
“A elevadíssima carga fiscal no Brasil trabalha contra a produção e o emprego. O governo tem de ter coragem, encarar isso e reduzir drasticamente a carga tributária. Com esse nível de impostos e os juros, ficam inviáveis novos investimentos aqui e, c”. Benjamin Steinbruch, Presidente da Companhia Siderúrgica Nacional.
“O sistema tributário brasileiro é um dos maiores causadores da informalidade, sonegação e fuga de recursos. A carga equivale a uma tributação dos países desenvolvidos, mas com uma prestação de serviços igual à de países não desenvolvidos”. Emerson Kapaz, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial.
“O efeito mais perverso da excessiva carga tributária é a redução da capacidade de investimento. Sem investimento, não há como esperar uma retomada sustentada do crescimento econômico. O crescimento da arrecadação do Estado numa economia recessiva”. Abram Szajman, presidente da Federação do Comércio.
“É importante que se busque um novo modelo, que se adote um sistema compatível com padrões internacionais de tributação e que se redistribua a carga tributária”. Gabriel Jorge Ferreira, Presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras.
“Sem um sistema tributário mais adequado para garantir o superávit, o país assiste, ano após ano, à manutenção da CPMF, um tributo perverso”. Gabriel Jorge Ferreira, Presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras.
“A carga tributária gira em torno de 40% e não há prioridade dada ao setor brasileiro. A prioridade, enfocada sempre pelo governo, tem sido a de aumentar a arrecadação”. Paulo Saab, presidente da Eletros.
“Carga elevada de impostos inibe o empreendedorismo, investimento e desenvolvimento privado brasileiro. Precisamos reduzir a nossa carga de impostos”. Raymundo Magliano, presidente da Bolsa de Valores de São Paulo.
“A carga tributária do Brasil está atingindo patamares insustentáveis e cada vez mais empresas são forçadas a entrar na informalidade”. Jorge Gerdau, empresário.
“A carga tributária é, talvez, a questão mais criminosa que temos no Brasil. É extremamente alta e continua crescendo. Tem criado um subproduto terrível: empurra as empresas para a informalidade”. Horácio Lafer Piva, presidente da FIESP.
“Os brasileiros pagam uma grande parcela em relação a impostos e serviços bancários, principalmente, as faixas de renda média e alta. O crescimento da economia, refletindo no aumento da renda do trabalhador, provavelmente, levará a uma mudança signi”. Edilson Nascimento Silva, Gerente de Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE.
“No Brasil, a tributação penaliza quem produz e trabalha. É necessário que a população tenha consciência da carga tributária embutida no preço de mercadorias e serviços que consome. Se a população não pressionar os governantes para que reduzam”. Gilberto Luiz do Amaral, Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.
“A questão fiscal precisa ser modificada. O governo, além de taxar muito, usa mal o dinheiro: corta investimentos e mantém despesas”. Luiz Hafers, conselheiro da Sociedade Rural Brasileira.
“Uma das maiores do mundo, a carga tributária brasileira também incide sobre os adquirentes de máquinas e equipamentos. Com essa política completamente errada, o governo desestimula o investimento. Quem compra uma máquina o faz para gerar produtos e s”. Newton de Mello, Presidente da ABIMAQ.
“O setor de serviços é um dos mais sacrificados pela carga tributária (39%). As últimas mudanças sobre PIS/Cofins prejudicaram ainda mais o setor e a empregabilidade”. Luigi Nese, Vice-presidente da Federação de Serviços do Estado de São Paulo.
“Estudos econômicos indicam que a carga dos tributos e encargos setoriais que incide hoje sobre o custo final da energia elétrica é extraordinariamente alta, chegando quase a 50%”. David Waltenberg, Advogado, especialista em Direito relacionado ao setor elétrico.
“A carga tributária é exagerada em alguns segmentos da infra-estrutura. Precisamos acabar com esse ciclo perverso de aumentar impostos para sustentar aumento das despesas do governo. É preciso estabelecer permanentemente uma agenda de redução dos cust”. Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias.
“Se a carga tributária fosse aproveitada para o bem social seria interessante, como nos países que têm uma carga parecida com a do Brasil, mas a Educação, Saúde e Transporte funcionam. O caminho é primeiro consertar o país para que não haja corrup”. Mario Amato, Empresário.
“A excessiva carga tributária é um tiro no pé. O prejuízo tanto para o consumidor quanto para a empresa é a redução da capacidade de gastar, o que, no médio prazo, significa um crescimento menor”. Mário Bernardini, Diretor de Competitividade da FIESP.
“Se o Estado não for eficiente, ele vai querer fazer política de distribuição de dinheiro para os pobres em programas sociais tirando mais dinheiro da sociedade. Isso tem que parar. É preciso discutir como o governo aplica o dinheiro que tira de nós”. Sinésio Batista, Presidente da ABRINQ.
“A carga tributária brasileira é de cerca de 35% ou 36% do PIB, e a taxa de investimento, 18% a 19% do PIB. Precisamos inverter isso”. Roberto Faldini, Diretor da FIESP.
“Não vamos conseguir superar nossas dificuldades se não tivermos um sistema tributária que seja, pelo menos, simétrico em relação ao de todos os outros países com os quais o Brasil negocia”. Horácio Lafer Piva, Presidente da FIESP.
“O sistema tributário brasileiro penaliza a produção ao cobrar inúmeros tributos sobre toda a formação de tecnologia, produtos e serviços”. Gilberto Luiz do Amaral, Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.
“Tenho medo porque sempre que o governo põe a mão, ele tira com uma e dá com a outra, como na questão do Pis/Cofins na agricultura. É inaceitável que o governo arrecade 40% do PIB nacional, e o dinheiro ainda é mal utilizado. Não falta dinheiro, fa”. Luiz Hafers, conselheiro da Sociedade Rural Brasileira.
“Como teria de repartir com Estados e municípios os impostos tradicionais, como IPI e Imposto de Renda, a União, a partir de 1988, para preservar sua receita, passou a usar cada vez mais da modalidade de contribuição que dava a ela o controle de toda a”. Eduardo Gianetti da Fonseca, Economista.
“Para terminar com a cumulatividade da Cofins, o governo aumentou muito a alíquota e já estamos vendo números impressionantes de arrecadação associados à Cofins. E não adianta depois o governo devolver uma migalha desse aumento de arrecadação na f”. Eduardo Gianetti da Fonseca, Economista.
“Vivemos em um país onde existe um gigantesco entrave ao crescimento da economia. Existe o Brasil da legalidade, que perde sua eficiência por carregar a mais pesada cruz tributária, e o Brasil da informalidade, dos brasileiros que foram expulsos da lega”. Flávio Rocha, Empresário do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo.
“A tributação excessiva desvirtua a atividade econômica e produz uma série de distorções. É importante modificar a intensidade e também a natureza dos impostos”. Salomão Quadros, coordenador de Análise Econômica da Fundação Getúlio Vargas.
“Ao contrário do que o governo alega, a mudança da cobrança da Cofins de cumulativa para não cumulativa aumentou, sim, a carga fiscal”. Júlio Gomes de Almeida, diretor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial.
“Houve um aumento expressivo da carga tributária no primeiro semestre do ano. O governo anunciou que esse aumento seria contrabalançado, mas o ‘pacote de bondade’ ainda não atingiu esse objetivo”. Júlio Gomes de Almeida, diretor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial.
“A complexidade do sistema tributário atual e o volume de arrecadação viraram uma limitação para o crescimento”. José Roberto Mendonça de Barros, Economista, ex-secretário de Política Econômica.
“A alíquota da Cofins está, obviamente, superdimensionada”. Everardo Maciel, Ex-secretário da Receita Federal.
“O conjunto da tributação brasileira renda/consumo/patrimônio é o mais alto do mundo, o que dificulta o crescimento da economia”. Gilberto Luiz do Amaral, Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário.
“O aumento da carga tributária tem feito com que seja cada vez mais lenta a velocidade do surgimento de novas lojas nos shoppings. Só de custo condominial, o lojista paga cerca de 25% de imposto”. Carlos Jereissati Filho, Presidente da Associação Brasileira de Shoppings.
“No Brasil, o preço dos produtos é composto em 50% por impostos. Isso faz cair muito o poder aquisitivo da população, diminui o mercado consumidor e forma um círculo vicioso, gerando desemprego. Mais impostos, mais desemprego”. Gilberto Guimarães, consultor da Fundação Getúlio Vargas.
“Este é o nosso maior desafio: ficar igual ao resto do mundo”. Dr. Édison Freitas de Siqueira, Presidente do Instituto de Estudos dos Direitos do Contribuinte, refer.