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The Brazilian Government never gets tired of creating new taxes, no wonder the country is the world’s most complex taxation bureaucracy. Today the Minister Guido Mantega announced the creation of a new income tax on savings accounts, that traditionally in Brazil are synonymous to very orthodox investment that pays to the lowest rates, but safely.
The intention of the government is to prevent that investments in other government bonds, that now are paying even less than savings accounts, do not flee to the savings, aiming better results. This is already going on and in august the savings accounts deposits were 12.2 billion BRL bigger than the withdrawals.
The new type of income tax on the savings accounts would be of 22.5% on the gain and only for savings accounts over 50.000
BRL (27.605 USD). Only 1% of the savings accounts in Brazil have more than 50.000 BRL, these are around 895 thousand people. Imagine if they were motivated to invest in productive, job-generating
activities? That would be a real “economic growth policy”. Much different from simply creating one more kind of income tax.
Unfortunately this kind of policy will just increase speculation and the use of “fake” investors, very ordinary practice in Brazil, in which one person “distributes” its investments and have them under the names of sons, daughters, grandmothers, fathers and other relatives or
friends, so as to escape from tax collectors.
To lower speculative capital investment there should be some tax-exemption for those who put their money in activities that “generate jobs”, but it looks like the Brazilian government is not worried about it, after all our unemployed receive bonuses from the government, why would they want a job?
Today's
video: New Rules for the use of Old Check-books
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O governo
brasileiro nunca se cansa de criar novos impostos, não é de
admirar que o país tenha a mais burocrática e complexa tributação
do mundo. Hoje, o ministro Guido Mantega anunciou a criação de
um novo imposto sobre a rendimento das contas de poupança, que,
tradicionalmente, no Brasil, são sinônimo de investimento
muito ortodoxo que paga as taxas mais baixas, mas com segurança.
A intenção do governo é evitar que os investimentos em seus títulos,
que agora estão pagando até menos do que as contas de poupança,
não migrem para a poupança, visando melhores resultados. Isso
já está acontecendo e, em agosto, os depósitos em contas de
poupança foram R$ 12,2 bilhões maiores que os saques.
O novo tipo de imposto de renda sobre as contas poupança seria
de 22,5% sobre o rentabilidade e só para contas de poupança de
mais de R$ 50,000. Apenas 1% das contas de poupança no Brasil têm
mais de R$ 50,000, são cerca de 895 mil pessoas. Imagine se
eles fossem incentivados a investir em atividades ligados a
produção
e geração de emprego? Isso seria uma verdadeira "política
de crescimento econômico". Muito diferente da simples criação
de mais uma espécie de imposto de renda.
Infelizmente, esse tipo de política só vai aumentar a especulação
e à utilização de "laranjas" ou falsos
investidores, prática muito comum no Brasil, em que uma pessoa
"distribui" os seus investimentos sob os nomes de
filhos, filhas, avós, pais entre outros parentes e amigos, para
assim fugir de impostos.
Para diminuir o investimento de capital especulativo deve haver
alguma isenção de impostos para quem colocar seu dinheiro em
atividades que "geram empregos", entretanto, parece
que o governo brasileiro não está preocupado com isso, afinal
de contas todos os nossos desempregados recebem bolsas do
governo, porque que eles iriam querer um emprego?
VIDEO DE HOJE: Novas regras para o uso dos velhos cheques.
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