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No Brasil, o governo federal está gastando mais, contratando mais, pagando salários mais elevados aos seus trabalhadores e levando o país a um contexto de inflação. Simplificando uma longa explicação: o governo vai usar uma das fórmulas econômicas mais antigas e perigosas o possível, imprimir mais dinheiro. Tecnicamente falando, vão expandir a massa monetária.
Será que este combustível monetário vai cobrir as usuais despesas provenientes de final de mandato de presidente, como
tapar os buracos nas estradas, construir pontes e outras melhorias bem visíveis? Até mesmo o Banco Central do
Brasil alertou que a expansão nos gastos do governo pode ter uma “reversão complexa" no futuro, especialmente para a próxima pessoa a sentar na cadeira do presidente.
Essas preparações parecem anunciar uma disputa muito dura pela presidência brasileira. Não muitos fora do círculo de influência de Lula acreditam que o seu ministro, a Sra. Dilma Roussef, será o próximo presidente. O governo gostaria que a próxima eleição fosse, como a passada, "bipolar", no qual o candidato apoiado por Lula seria anunciado como o "candidato do povo", e o outro candidato empurrado para a posição de um candidato "não do lado do povo ". Apenas as urnas vão nos dizer com certeza quem o povo quer ao seu lado, a única coisa que parece ser certa é que ele ou ela terá que lidar com uma inflação crescente.
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In Brazil the Federal Government is spending more, hiring more, paying higher salaries to its servants and leading the country to a context of inflation. To make a long story short: the government will use the oldest and most dangerous economic formula possible, print more money. Technically speaking, they will expand the monetary mass.
Will this money fuel the actions of the president’s ending term,
like covering the holes on roads, building new bridges and other very visible “improvements”? Even the Brazilian Central Bank has warned that the expansion in the government expenditure may have a “complex reversion” in the future, specially for the next person to seat at the president’s chair.
These kind of preparations seem to forward a very tough dispute for the Brazilian presidency. Not too many outside Lula’s circle of influence believe his minister, Ms. Dilma Roussef, will be the next president. The government would like the next election to be a very “bipolar” one, in which the candidate supported by Lula would be announced as “the people’s candidate”, and the other candidate pushed to the position of the one “not on the people’s side”. Only the poll box will tell us for sure who the people wants at its side, the only thing that looks like sure is that he or she will have to deal with increasing inflation.
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