Brasil 1 ou Brasil 2, qual sua opção?

Existem dois países no Brasil. Um Brasil que se esforça dia e noite para gerar empregos, riquezas, e aproximar mais as pessoas de seus sonhos. O outro Brasil parasita o primeiro, não gera riqueza alguma e afasta as pessoas de seus sonhos, seus ideais e seus valores.

O primeiro é composto pela imensa maioria de nós, pessoas que trabalham honestamente para gerar seu sustento, de suas famílias e comunidades. O outro é composto por uma minoria danosa que usurpa, saqueia e agride com a maior naturalidade.

Como cidadãos civilizados e cumpridores da lei temos que achar mecanismos mais eficientes para controlar esta situação, limites mais claros para a ação do Estado.

Não podemos aceitar que velhas estruturas de poder simplesmente se apossem debaixo de nossos olhos e com a nossa anuência do que temos de mais precioso, o resultado do nosso esforço, trabalho e luta por uma vida melhor.

Por outro lado, também não podemos simplesmente pregar a desobediência civil e ação criminosa como muitos dos que hoje estão no poder fizeram no seu passado político. Já naquela época tentavam justificar seus crimes com suas prerrogativas políticas. Ato Maquiavélico por essência. 

Este contexto de mau uso do dinheiro público inevitavelmente traz á tona a origem dele: o fisco. Dinheiro tirado dos contribuintes por um sistema fora de controle que aterroriza cidadãos com práticas truculentas, atropelando garantias constitucionais, legislações tributárias e o próprio bom senso.

Cobrar impostos antes de geradas as receitas, humilhar pessoas na arena televisiva, ignorar direitos do cidadão, esquecer o interesse social. Tudo isso com a única intenção de arrecadar mais, parasitar mais, dando o pior uso o possível para a máquina do Estado.

Esta não é a herança que quero deixar para meus filhos, não resistiria a pergunta de um filho esclarecido me questionando sobre o que fiz quando o Estado se descontrolou no Brasil no início do Século XXI. E se me perguntar porque assumi o Risco Brasil? Por que não lutei pelas garantias da constituição de 88? O que vou responder? Vou usar a frase dos condenados em Nuremberg: Cumpria ordens?

Por isso senhores convido-os todos a formar o Bloco do Brasil que Faz, das pessoas que pagam suas contas com o seu suor e que não vão aceitar serem simplesmente usurpadas por governos abusivos que sobre-taxam a atividade produtiva ao estilo dos colonialismos de vários séculos atrás.

O IEDC é um veículo para nos organizarmos em torno da questão mais relevante dos dias de hoje no Brasil: o dinheiro que o Estado nos tira.

Autor: Luciano Medina Martins - Jornalista e Vice-Presidente de Marketing do IEDC

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