FRASES
"O projeto que prevê a instituição do Código de Defesa do Contribuinte se reveste de cidadania em proporções não vistas desde o Código de Defesa do Consumidor e do Estatuto da Criança e do Adolescente, ambos em vigor desde 1990." Rafael Peixoto Abal - advogado tributarista em Florianópolis (SC), mestrando em Direito pela UFSC.
"Este é o nosso maior desafio: ficar igual ao resto do mundo."  Dr. Édison Freitas de Siqueira, Presidente do Instituto de Estudos dos Direitos do Contribuinte, referindo-se ao sistema tributário brasileiro em entrevista a Revista Municípios das Gerais. Leia a entrevista na íntegra.
“No Brasil, o preço dos produtos é composto em 50% por impostos. Isso faz cair muito o poder aquisitivo da população, diminui o mercado consumidor e forma um círculo vicioso, gerando desemprego. Mais impostos, mais desemprego”. Gilberto Guimarães, consultor da Fundação Getúlio Vargas.
“O aumento da carga tributária tem feito com que seja cada vez mais lenta a velocidade do surgimento de novas lojas nos shoppings. Só de custo condominial, o lojista paga cerca de 25% de imposto”. Presidente da Associação Brasileira de Shoppings, Carlos Jereissati Filho
“O conjunto da tributação brasileira renda/consumo/patrimônio é o mais alto do mundo, o que dificulta o crescimento da economia”. Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, Gilberto Luiz do Amaral.
“A alíquota da Cofins está, obviamente, superdimensionada”. Ex-secretário da Receita Federal Everardo Maciel
“A complexidade do sistema tributário atual e o volume de arrecadação viraram uma limitação para o crescimento”. Economista José Roberto Mendonça de Barros, ex-secretário de Política Econômica. 
“Houve um aumento expressivo da carga tributária no primeiro semestre do ano. O governo anunciou que esse aumento seria contrabalançado, mas o ‘pacote de bondade’ ainda não atingiu esse objetivo”. Júlio Gomes de Almeida, diretor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial. 
“Ao contrário do que o governo alega, a mudança da cobrança da Cofins de cumulativa para não cumulativa aumentou, sim, a carga fiscal”. Júlio Gomes de Almeida, diretor do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial. 
“A tributação excessiva desvirtua a atividade econômica e produz uma série de distorções. É importante modificar a intensidade e também a natureza dos impostos”. Salomão Quadros, coordenador de Análise Econômica da Fundação Getúlio Vargas. 
“Vivemos em um país onde existe um gigantesco entrave ao crescimento da economia. Existe o Brasil da legalidade, que perde sua eficiência por carregar a mais pesada cruz tributária, e o Brasil da informalidade, dos brasileiros que foram expulsos da legalidade”. Empresário Flávio Rocha, do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo. 
“Para terminar com a cumulatividade da Cofins, o governo aumentou muito a alíquota e já estamos vendo números impressionantes de arrecadação associados à Cofins. E não adianta depois o governo devolver uma migalha desse aumento de arrecadação na forma de uma isenção parcial do IPI”. Economista Eduardo Gianetti da Fonseca
“Como teria de repartir com Estados e municípios os impostos tradicionais, como IPI e Imposto de Renda, a União, a partir de 1988, para preservar sua receita, passou a usar cada vez mais da modalidade de contribuição que dava a ela o controle de toda a receita obtida por aquele tributo”. Economista Eduardo Gianetti da Fonseca
“Tenho medo porque sempre que o governo põe a mão, ele tira com uma e dá com a outra, como na questão do Pis/Cofins na agricultura. É inaceitável que o governo arrecade 40% do PIB nacional, e o dinheiro ainda é mal utilizado. Não falta dinheiro, falta eficiência”. Luiz Hafers, conselheiro da Sociedade Rural Brasileira. 
“O sistema tributário brasileiro penaliza a produção ao cobrar inúmeros tributos sobre toda a formação de tecnologia, produtos e serviços”. Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, Gilberto Luiz do Amaral
“Não vamos conseguir superar nossas dificuldades se não tivermos um sistema tributária que seja, pelo menos, simétrico em relação ao de todos os outros países com os quais o Brasil negocia”. Presidente da Fiesp, Horácio Lafer Piva
"A carga tributária brasileira é de cerca de 35% ou 36% do PIB, e a taxa de investimento, 18% a 19% do PIB. Precisamos inverter isso”. Roberto Faldini, diretor da Fiesp. 
“Se o Estado não for eficiente, ele vai querer fazer política de distribuição de dinheiro para os pobres em programas sociais tirando mais dinheiro da sociedade. Isso tem que parar. É preciso discutir como o governo aplica o dinheiro que tira de nós”. Presidente da Abrinq, Sinésio Batista.
“A excessiva carga tributária é um tiro no pé. O prejuízo tanto para o consumidor quanto para a empresa é a redução da capacidade de gastar, o que, no médio prazo, significa um crescimento menor”. Diretor de Competitividade da Fiesp, Mário Bernardini
"Se a carga tributária fosse aproveitada para o bem social seria interessante, como nos países que têm uma carga parecida com a do Brasil, mas a Educação, Saúde e Transporte funcionam. O caminho é primeiro consertar o país para que não haja corrupção para que depois se possa reduzir a carga tributária”. Empresário Mario Amato
“A carga tributária é exagerada em alguns segmentos da infra-estrutura. Precisamos acabar com esse ciclo perverso de aumentar impostos para sustentar aumento das despesas do governo. É preciso estabelecer permanentemente uma agenda de redução dos custos do governo e uma melhor distribuição da carga tributária”. Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base. 
“Estudos econômicos indicam que a carga dos tributos e encargos setoriais que incide hoje sobre o custo final da energia elétrica é extraordinariamente alta, chegando quase a 50%”. Advogado David Waltenberg, especialista em Direito relacionado ao setor elétrico. 
“O setor de serviços é um dos mais sacrificados pela carga tributária (39%). As últimas mudanças sobre PIS/Cofins prejudicaram ainda mais o setor e a empregabilidade”. Vice-presidente da Federação de Serviços do Estado de São Paulo, Luigi Nese
"Uma das maiores do mundo, a carga tributária brasileira também incide sobre os adquirentes de máquinas e equipamentos. Com essa política completamente errada, o governo desestimula o investimento. Quem compra uma máquina o faz para gerar produtos e serviços novos. Não tem sentido tributar o meio de produção”. Presidente da Abimaq, Newton de Mello
“A questão fiscal precisa ser modificada. O governo, além de taxar muito, usa mal o dinheiro: corta investimentos e mantém despesas”. Luiz Hafers, conselheiro da Sociedade Rural Brasileira.
“No Brasil, a tributação penaliza quem produz e trabalha. É necessário que a população tenha consciência da carga tributária embutida no preço de mercadorias e serviços que consome. Se a população não pressionar os governantes para que reduzam imediatamente a carga tributária, o país continuará patinando economicamente”. Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, Gilberto Luiz do Amaral
“Os brasileiros pagam uma grande parcela em relação a impostos e serviços bancários, principalmente, as faixas de renda média e alta. O crescimento da economia, refletindo no aumento da renda do trabalhador, provavelmente, levará a uma mudança significativa nessa estrutura”. Edilson Nascimento Silva, gerente de Pesquisa de Orçamento Familiar do IBGE. 
“A carga tributária é, talvez, a questão mais criminosa que temos no Brasil. É extremamente alta e continua crescendo. Tem criado um subproduto terrível: empurra as empresas para a informalidade”. Horácio Lafer Piva, presidente da Fiesp. 
“A carga tributária do Brasil está atingindo patamares insustentáveis e cada vez mais empresas são forçadas a entrar na informalidade”. Empresário Jorge Gerdau
“Carga elevada de impostos inibe o empreendedorismo, investimento e desenvolvimento privado brasileiro. Precisamos reduzir a nossa carga de impostos”. Raymundo Magliano, presidente da Bolsa de Valores de São Paulo. 
“A carga tributária gira em torno de 40% e não há prioridade dada ao setor brasileiro. A prioridade, enfocada sempre pelo governo, tem sido a de aumentar a arrecadação”. Paulo Saab, presidente da Eletros. 
“Sem um sistema tributário mais adequado para garantir o superávit, o país assiste, ano após ano, à manutenção da CPMF, um tributo perverso“. Presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, Gabriel Jorge Ferreira
“É importante que se busque um novo modelo, que se adote um sistema compatível com padrões internacionais de tributação e que se redistribua a carga tributária”. Presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, Gabriel Jorge Ferreira
“O efeito mais perverso da excessiva carga tributária é a redução da capacidade de investimento. Sem investimento, não há como esperar uma retomada sustentada do crescimento econômico. O crescimento da arrecadação do Estado numa economia recessiva representa um encolhimento de todo o resto”. Abram Szajman, presidente da Federação do Comércio. 
“O sistema tributário brasileiro é um dos maiores causadores da informalidade, sonegação e fuga de recursos. A carga equivale a uma tributação dos países desenvolvidos, mas com uma prestação de serviços igual à de países não desenvolvidos”. Emerson Kapaz, presidente do Instituto Brasileiro de Ética Concorrencial. 
“A elevadíssima carga fiscal no Brasil trabalha contra a produção e o emprego. O governo tem de ter coragem, encarar isso e reduzir drasticamente a carga tributária. Com esse nível de impostos e os juros, ficam inviáveis novos investimentos aqui e, conseqüentemente, novos empregos”. Presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch
“É quase impossível fazer nesse país algum planejamento em função da dificuldade de se pensar a longo prazo. Todos os anos temos mudanças na legislação e ficamos diante de um emaranhado legislativo, que torna difícil o entendimento do nosso sistema tributário”. Presidente da Confederação Nacional das Instituições Financeiras, Gabriel Jorge Ferreira
“Do ponto de vista tributário, o governo pretende que cada vez mais aqueles que atendem o setor doméstico financiem o setor exportador. Exportar, sem dúvida, é o que importa, mas não podemos fechar os postos de trabalho dos brasileiros que atuam nos setores não voltados ao mercado internacional”. Tributarista Antônio Carlos Rodrigues do Amaral
“O governo não tem apresentado políticas consistentes com relação ao Imposto de Renda e tem se mostrado pouco sensível a uma política tributária eficaz que amplie a base de trabalho do brasileiro e o próprio crescimento econômico”. Tributarista Antônio Carlos Rodrigues do Amaral
“A carga tributária brasileira é um absurdo: 36% do PIB e, se computarmos o que a sociedade paga em Saúde, Educação, Previdência e Segurança, a carga está perto de 40% do PIB”. Presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil, Paulo Skaf
“Reclamamos uma reforma tributária com o objetivo de eliminar os tributos que indiretamente travam o produto exportado e fazer com que o produto manufaturado brasileiro tenha maior competitividade no mercado externo”. José Augusto de Castro, vice-presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil. 
“A carga tributária é um sócio que temos. Nós exportamos impostos, o que dificulta a competitividade. Estamos afogados com tantos impostos”. Presidente da Associação da Indústria de Eletroeletrônicos, Ruy de Salles Cunha
“O brasileiro é um escravo do Fisco: trabalha quatro meses e meio do ano só para pagar tributos. E mais dois meses para pagar os serviços que o governo deveria lhe dar, como Saúde, Educação, Previdência e Segurança”. Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, Gilberto Luiz do Amaral
“O Brasil está muito longe dos ‘primeiros colocados’ com relação a carga tributária, juros e acesso a crédito”. Diretor da Fiesp, Mário Bernardini
“Brinquedos têm uma carga tributária total de 42% e não vemos nenhuma possibilidade de o governo mudar isso”. Presidente da Abrinq, Sinésio Batista
“Carga tributária significa menos dinheiro para a sociedade e menos geração de emprego. Redução da carga tributária significa mais emprego e crescimento econômico. O Brasil precisa aprender essa lição”. Presidente do Sindicato das Pequenas e Médias Indústrias, José Khfouri
“Os recursos da indústria são devorados por três dragões: o sistema financeiro, com os juros; os oligopólios de fornecedores de matérias-primas, com preços dolarizados; e o governo, com aumentos sistemáticos e descabidos de impostos”. Presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Autopeças, Paulo Butori
“A complexidade da legislação e o excesso da carga tributária são os vilões que inibem a geração de postos de trabalho pelas empresas”. Mario Ernesto Humberg, presidente do Pensamento Nacional das Bases Empresariais (PNBE). 
“A taxação no Brasil tem alcançado valores expressivos, notadamente, na entrada de máquinas e equipamentos - um setor que vem prejudicando o crescimento do país. Enquanto no Brasil há cobrança em torno de 50%, em outros países emergentes, esse percentual é de aproximadamente 5%, sem contar o Custo Brasil, taxação que chega a quase 40%”. Roberto Segatto, presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior. 
“A carga tributária no Brasil impede a produção de bens e serviços para a infra-estrutura no nível necessário para a geração de empregos e riquezas para o Brasil”. José Augusto Marques, presidente da Associação Brasileira da Infra-estrutura e Indústrias de Base. 
“O comércio enfrenta uma carga tributária muito elevada. Somados, os impostos chegam a representar em alguns produtos mais de 40% do preço que o consumidor paga”. Marcel Solimeo, economista da Associação Comercial de São Paulo. 
“O contribuinte brasileiro paga cerca de 61 tributos, entre impostos, taxas e contribuições - 20% diretamente do seu salário, tributos no consumo e ainda uma carga tributária sobre seu patrimônio”. Presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, Gilberto Luiz do Amaral
“Nos EUA, o progresso foi construído a partir do autofinanciamento das empresas. Já no Brasil, a carga tributária, elevada e mal estruturada, come uma parcela muito grande da capacidade de geração interna de lucros das empresas”. Diretor-executivo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial, Júlio Gomes de Almeida
“O poder de tributar não pode chegar à desmedida do poder de destruir” Chief of Justice John Marshall no julgamento em 1819 do célebre caso McCulloch v. Maryland
"Já saímos de uma ditadura militar , agora precisamos sair de uma ditadura muito pior : a ditadura econômica dos impostos ."
Paulo Jaber, leitor do site do IEDC
"A história contará sobre nossas ações e não sobre nossas boas intenções". Henry Kissinger
"A desobediência civil ocorre hoje através da sonegação. Essa passou de crime a ato patriótico, que salva a pátria e reduz o desemprego." Jornalista Gaúcho Diego Casagrande em artigo publicado no seu site de notícias.
"Já era hora de termos direitos e não apenas obrigações"  Presidente da Federação do Comércio de SC (Fecomércio) Antônio Edmundo Pacheco sobre o Código de Defesa do Contribuinte de Santa Catarina
"Não existe liberdade de nenhum tipo se não houver liberdade econômica." Margaret Thatcher
"Precisamos urgentemente que o brasileiro tome consciência de quanto paga [de impostos] e do quase nada que recebe como retorno em serviços públicos” Guilherme Afif Domingos, Presidente da Associação Comercial de São Paulo.
"Diante da frustração e da angústia de viver num país atolado historicamente em escândalos gerados por homens públicos, sinto vergonha de ser honesto, culpado por suprir com impostos os cofres da corrupção." José Valdoir Vargas, Canoas, leitor do Jornal Correio do Povo.
"Temos registrado superávits primários, mas estes são produzidos com carga tributária recorde e despesas ascendentes. O governo brasileiro não consegue investir. Esta situação é difícil e impede que o Brasil consiga patamares de rating melhores." Ana Cristina Gonçalves da Costa - Economista chefe da Bradesco Asset Management (Bram) comentando sobre por que o Brasil não é melhor ranqueado pelos investidores.
"Impostos altos destroem a economia e tornam as transações comerciais virtualmente impossíveis. Por isso toda a economia e o padrão de vida das pessoas é beneficiado com impostos baixos."  Associações de Contribuintes no Mundo - WTA - Secretário Geral,  Bjorn Tarras-Wahlberg, Suécia.
“Mais que na truculência das armas, é na voracidade fiscal que melhor se revela a índole autoritária de um governo." Roberto Busato, da OAB nacional, criticando ação conjunta da PF, Receita Federal e Ministério Público.
"Certos setores da sociedade já estão chegando ao nível da insurreição e o governo parece não estar disposto a alterar essa maluquice tributária que foi criada em nosso País" Yoshiaki Nagano, Diretor da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo.
"Para cada 1% a mais do Produto Interno Bruto (PIB) destinado ao setor público o impacto é de 0,23% menos crescimento econômico" Åsa Hansson - Economista da Universidade de Lund na sua tese de Doutorado “Limits of Tax Policy”.
"Enquanto pagamos caro por nossos produtos com ICMS, o consumidor estrangeiro compra barato sem este imposto, graças à Lei Kandir. E o governo federal tira dos impostos, que pagamos para ter estradas, saúde, saneamento etc., o valor correspondente para compensar os Estados exportadores." Fortunato dos Santos Oliveira - Advogado - Santiago (RS), leitor do Jornal Zero Hora.
"A polícia federal tem de fazer seu trabalho, é respeitada, mas não precisa realizar shows pirotécnicos, como na empresa Daslu." Roberto Busato, da OAB nacional, criticando ação conjunta da PF, Receita Federal e Ministério Público na prisão de Eliana Tranchesi, proprietária das lojas Daslu em São Paulo.
"Moedas de cinco centavos não caem do céu, são ganhas aqui na terra." Margaret Thatcher
"Não lançaremos taxas ou tributos sem o consentimento do conselho geral do reino, a não ser para resgate da nossa pessoa, para armar cavaleiro nosso filho mais velho e para celebrar, mas uma única vez, o casamento da nossa filha mais velha; e esses tributos não excederão limites razoáveis. " Este compromisso foi firmado há quase 800 anos pelo Rei João Sem Terra da Inglaterra, pressionado pelos nobres ingleses e pela igreja. É um dos principais pontos da Carta Magna de 1215 (o primeiro documento histórico a reconhecer os direitos civis perante o absolutismo).
"Você pode enganar muitas pessoas por algum tempo, algumas pessoas por muito tempo, mas ninguém engana todas as pessoas por todo o tempo." Winston Churchill, Primeiro ministro Inglês, que se consagrou na luta contra o Nazismo, referindo-se a Adolf Hitler.
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